quarta-feira, 29 de julho de 2015

ENEM 2014:Não se pode tirar um direito para impôr outro

Tema da Redação do ENEM 2014,
Publicidade Infantil em questão no Brasil.
Com o avanço exacerbado da tecnologia e principalmente com o mercado competitivo do mundo globalizado é cada vez mais comum, ligarmos a televisão, acessarmos a internet ou qualquer outro meio de comunicação e se depararmos explicitamente com propagandas apelativas, induzindo crianças de todas as partes e classes à um consumo imaturo, já que as mesmas ainda não tem capacidade cognitiva para distinguir o que é certo ou errado e o que é útil ou inútil.
Partindo deste pressuposto, é notório que não pode continuar como está. Portanto é necessário que os órgãos competentes que estão em defesa da criança, assim como da família, tomem sim atitudes que inibam, regulem e que definitivamente proíba propagandas que levem de alguma forma crianças a um consumo indutivo.
A partir do momento em que uma marca, juntamente com uma empresa de publicidade fazem uma propaganda cheia de artifícios infantis, se direcionando para e exclusivamente à criança, já se caracteriza como persuasão. Pois o ideal, já que o consumidor são os pais, é que a propaganda se dirigisse aos mesmos.
Não se pode de forma alguma tirar um direito para impôr outro. Portanto o viável não é que proíba o direito que as organizações têm de divulgar sua marca, mas sim criar leis que os norteiam e se efetuem com equidade.
É importante ressaltar a grande importância e influência da família neste caso. A família tem que exercer seu papel, que é de fundamental importância, quando o assunto é seu próprio filho. Pois nada é mais influente do que o diálogo. E ainda, a família tem total autonomia e dever de educar seus filhos ao consumo e principalmente à justiça.
Em uma sociedade que se reúne família, governo, organizações privadas e ONGs para traçar metas e alcançar objetivos é evidente que se chegue a resultados satisfatórios. Cabe assim, cada um fazer a sua parte.

ENEM 2013: Lei Seca, um passo para a tão sonhada “Paz no trânsito”.

É perceptível o grande problema que o uso da bebida alcoólica causa à população. A qualquer momento podemos ver nos telejornais acidentes com vítimas fatais causados pelo o uso da bebida. É inaceitável que não se tomassem atitudes que viessem realmente a diminuir os dados, pois, além dos acidentes causados por motoristas alcoolizados percebemos ainda as muitas outras vítimas da irresponsabilidade de alguns.
É fato que, mesmo com a Lei Seca estamos longe da tão sonhada “Paz no trânsito”. Mas temos consciência de que medidas como estas são passos longos. Mas não se pode achar que tudo está resolvido, é preciso muito mais. É preciso que se criem políticas de fiscalização, conscientização, controle e por fim, de amparo às vítimas desta “Guerra rodoviária”. É preciso que tenhamos consciência de qual é a nossa parte, pois o que se nota evidentemente é o descumprimento da lei, não por não conhece-la, mas por se acomodarem, e essa acomodação pode custar vidas.
É lamentável saber que leis emergenciais como essa, tomada para preservar à vida, seja descumprida pelo próprio dono. Portanto, é preciso que façamos também a nossa parte e procuremos respeitar a lei, pois é o mínimo que podemos fazer. Andar em desacordo com as leis regimentais que norteiam nosso país já é por si só, crime, e andar em desacordo com essas leis e principalmente contra a lei da vida é simplesmente inadmissível.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A CARROÇA E O CARRO

A Carroça e o Carro

Certa vez a Carroça desafiou o Carro a uma corrida. E é claro! 
O carro não pensou duas vezes e disse:
- Que boba! Como tens coragem de me desafiar, não sabe que 
tenho um motor de trezentos cavalos, enquanto você depende de um 
buuurro para lhe carregar?
A Carroça, humildemente, não desanimou.
- Mesmo assim, não desacredito em mim. – Insistiu a Carroça.
Logo na largada o Carro foi de zero a cem por hora em menos de dez 
segundos. Deixou a pobre Carroça comendo poeira.
Que pena que a rapidez do Carro não deu em nada. Na 
primeira curva, o mesmo capotou e os seus trezentos cavalos já não 
saiam do lugar. Enquanto a Carroça, com toda sua paciência, 
humildade e apenas um burrinho, passou tranquila pelo Carro e 
venceu a corrida.

MORAL: A humildade é a característica fundamental para se 
alcançar o sucesso.

Autor: Dárcio de Santana (colaboração dos alunos da 2ª fase B).

sexta-feira, 17 de julho de 2015

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Fatores que contribuem para a corrupção no Brasil

Entender em sua plenitude, os fatores geradores da corrupção no Brasil, é tarefa sem dúvida desafiadora. Apesar de lermos muitos opiniões cabíveis e pesquisas de cunho analítico, ainda não se pode afirmar precisamente de onde surgiu esta "doença da alma". Porém, é possível apontarmos alguns fatores que contribuem para este mal.
Para Bauman (1997, apud MENDES, 2010, p. 27), a discrepância entre excesso de poder e escassez de orientação para utilização desse poder é descrita como "a crise da ética da pós-modernidade ou crise ética dos tempos modernos". É a partir destes conceitos, que sentimos necessidade de debruçarmos em um vasto de definições e analogias que de fato nos nortei para uma resposta concreta e sólida. Fazendo pesquisa analíticas, com várias contribuições, percebemos em verdade, que o fanatismo exacerbado pelo poder é sem dúvida gerador de corrupção ativa.
"Em grande parte das vezes o desvio ético não resulta de nenhum objetivo premeditado de transgredir as normas de conduta, mas de simples desconhecimento ou despreparo quanto à sua aplicação reais do dia a dia" (MATIAS-PEREIRA, 2012, p. 97). A partir desta observação, começamos a perceber que, um dos grandes problemas da corrupção e falta da ética na administração pública, é sem dúvida, o desconhecimento das leis e condutas pertinentes aos gestores. É ainda, uma triste realidade à qual estamos submetidos. A cada pleito eleitoral, se deparamos constantemente com candidatos desinformados, despreparados e sem ao menos compreender qual é ou qual será seu papel caso seja aprovado pela a maioria.
Segundo Andrioli (2006):
A falta de transparencia, a exclusão da maioria da população das decisões políticas mais importantes, a baixa participação política da sociedade civil e a impunidade com relação à corrupção são as consequências do sistema político brasileiro, constituindo um ciclo vicioso que facilita ações corruptas. (ANDRIOLI, 2006)É fato. 
Quanto mais nos excluímos da política e à ignoramos por achar que não é essa a que queremos, mas estaremos nos direcionando para o abismo da corrupção. Participar das decisões, estarmos atentos aos nossos direitos e deveres, tentar compreender a realidade é cada vez mais fundamental para que possamos ter esperanças de tempos melhores. Não é deixando pra lá que as coisas irão mudar. É trazendo o problema pra cá, que iremos juntos tentar resolver.
REFERÊNCIAS
ANDRIOLI, Antônio Inácio. Causas estruturais da corrupção no Brasil. RevEspaço Acadêmico, n.64, set. 2006. Disponível em: <http://www.espacoacademico.com.br/064/64andrioli.htm
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Gestão Pública Contemporânea. 2. ed. São Paulo: Atlas S. A, 2012.
MENDES, Annita Valléria Calmon. Ética na Administração Pública Federal: a implantação de Comissões de Ética Setoriais – entre o desafio e a oportunidade de mudar o modelo de gestão. Fundação Alexandre de Gusmão - FUNAG, 2010. Disponível em: < http://funag.gov.br/loja/download/942-etica_na_Administracao_PUblica_Federal.pdf