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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

OLHO NO OLHO - A HISTÓRIA DE UM AMOR INABALÁVEL


Certa vez uma menina, na praça, observava as crianças brincando. De repente se aproxima um rapaz que estudava na mesma faculdade que ela o qual ela gostava, mas nunca havia tido coragem de falar, nem tão pouco conversar. Os olhos dela naquele momento brilharam. Ele continuou se aproximando cada vez mais dela. Enquanto isso, seus olhos azuis, cada vez mais brilhavam. E ele acaba sentando ao seu lado e disse:
- Oi! Como você está?
- Estou bem. E você?
- Bem. Obrigado!
Depois disso, os dois ficaram se olhando como se não existisse mais nada naquela na praça além da brisa suave das árvores e o cantar dos pássaros. Depois de um tempo mergulhados em olhares profundos e reveladores ele disse:
- Aceita tomar um sorvete comigo?
- Sim.
Os dois passaram uma tarde inesquecível na sorveteria. Tanto que nem perceberam a hora passar. Quando perceberam já estava escurecendo.
- Muito obrigado por me proporcionar uma tarde como nunca. Estou muito feliz. – disse Fernanda.
- Eu que agradeço. – disse Robson sorrindo.
Esses encontros e tardes divertidas se repetiram por vários dias e começou a surgir um sentimento muito grande entre os dois. Até que ele pediu ela em namoro e os dois começaram a viver aquela grande paixão que era visível por todos.
Mas infelizmente nem tudo na vida é só alegrias. Um mês depois do namoro Fernanda descobriu um câncer de mama. A primeira coisa que ela imaginou foi à possibilidade de viver sem seu grande amor. Então ficou com muito medo de fala para Robson. “Será que ele vai me aceitar e entrar nessa batalha comigo”?
No dia seguinte os dois se encontraram mais uma vez.
- Como você está meu amor? – perguntou Robson, já observando que a expressão no rosto de Fernanda era de muita tristeza.
Já chorando, ela disse:
- Nada bem Robson. – ela respondeu.
- O que aconteceu meu amor?
- Eu descobri um câncer na minha mama e não sei o que vai ser de mim agora. Principalmente se ficar sem você.
- Mas quem disse que você vai ficar sem mim? Eu estarei contigo em qualquer situação. Vamos vencer essa batalha juntos.
Fernanda sorriu e o abraço.
- Obrigado meu amor. Por um momento pensei que iria me deixar.
- Jamais querida.
Depois de um longo tratamento e de muitas altas e baixas Fernanda recebe a notícia que mais esperou e sonhou durante mais de um ano de tratamento. O médico entra e diz:
- Fernanda, a partir de hoje você está livre do câncer. Você fez todo o tratamento a tempo e com cuidado. A sua perseverança e as pessoas que lhe amam são o melhor tratamento.
 Fernanda começou a chorar, mas agora era de felicidade. Abraçou por um longo tempo a sua família e o seu grande amor.
- Eu falei que estaria sempre contigo querida. Você aceita casar comigo? – perguntou Robson.
Ainda chorando, Fernanda disse:
- Sim meu amor. É tudo que mais quero na vida.
Todos no quarto bateram palmas e compartilharam daquele momento de felicidade. Um mês depois se casaram e com pouco mais de um ano tiveram um filho lindo de olhos azuis. Era o fruto de um amor inabalável.

Autoras: Jeniffer Moraes da Silva e Kemilly Vitória Arcanjo Vieira

quarta-feira, 14 de março de 2018

O PRESENTE INESPERADO

        Aquele era o dia mais feliz da minha vida. Eu ganhei o que sempre sonhei... Um cachorrinho. Ele era bem fofinho. Sempre fomos bons amigos. Coloquei nele o nome de Beethovem.
     Como nunca tive irmãos, sempre sonhei ter um cachorro como companhia. Por isso, fiquei muito feliz.
     Mas é claro que com um animal em casa vem também as responsabilidades: dar banho, comida, levar para passear e, sem dúvida, levar ao veterinário.
     Perguntei ao meu pai o nome do cachorro dele quando ele era criança e na hora ele começou a chorar.
     __ Por quê está chorando papai?
     __ Ele morreu injustamente. Os vizinhos acharam que ele queria mordê-los, mas na verdade ele queria brincar. Então, o mataram.
     Abracei o meu pai e consolei-o.
     __ Qual era o nome dele papai?
     __ Ele se chamava Flesh. Era preto e tinha o rabo pequeno.
     Naquele momento tive uma ideia. Perguntei meu pai o dia do seu aniversário. Então, conversei com minha mãe e combinamos de dar um cachorro bem parecido com o que ele tinha.
     Quando chegou as vésperas do seu aniversário fui buscar o cachorro mais minha mãe e colocamos nele o nome de Flash para fazer uma surpresa para ele. E no dia seguinte logo bem cedo dei parabéns para o meu pai e o presente que ele não imaginava ganhar.
     __ Papai, esse é o seu novo amigo. O nome dele é Flash.
     Meu pai emocionado começou a chorar.
     __ Obrigado filha. Esse é o melhor presente que eu poderia ganhar.

 Autora: Kemilly Vitória (Aluna do 5º ano B, Escola Municipal Irmã Elza Geovanella, 2018)
    

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

UM PRESENTE ESPECIAL

   Artur vivia pedindo um cachorro ao seu pai. Mas sempre seu pai resistia:
   - Filho, cuidar de cachorro não é tão simples. É preciso espaço e muitos cuidados.
   Mas Artur insistia: 
   - Mas eu cuido dele direitinho!
   Seu pai tinha vontade de presenteá-lo com o animalzinho, mas sabia que era preciso se preparar.
   Certo dia quando Artur menos esperava, olha a surpresa!
   - Filho, olha o que eu trouxe pra você! - disse o pai do menino com uma cara de muito mistério.
   - Artur, já sem muita esperança, respondeu:
   - Só queria mesmo se fosse um cachorrinho.
   Antes dele terminar de falar, ouviu:
   - Au au au!
   Era um lindo cachorro que seu pai segurava  em uma corrente.
   A alegria e euforia foi tanta que o menino não sabia o que dizer. Simplesmente correu, abraçou bem forte o seu pai, beijou e saiu pulando de alegria com seu mais novo amiguinho.


Dárcio Santana

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

PRODUÇÃO CONTINUADA: UM SONHO DIFERENTE

  Felipe sempre foi um garoto muito sonhador. Vivia imaginando que estava no espaço; voando; convivendo com extra-terrestres (E.Ts) e muitas outras coisas.
      A sua mãe vivia dizendo:
      - Esse meu filho é mesmo um sonhador!
      O que sua mãe não imaginava era que os sonhos do menino um dia viraria realidade.
     Certo dia, quando amanheceu... sua mãe lhe mostrou uma carta que o convidava para um concurso de desenho e o prêmio seria um par de asas.
      E claro! Felipe se dedicou bastante.
      Resultado! Felipe ganhou o concurso!
     Com as asas, Felipe voou bem alto até o espaço. Chegando bem alto ele não conseguiu mais descer. Ficou desesperado, mas não teve jeito. Teve que ficar lá.
     Depois de alguns dias ele conheceu vários alienígenas com os quais fez grandes amizades. Assim, eles mostraram à Felipe como voltar pra casa.
      Ele ficou muito feliz em reencontrar sua família e contou a aventura pra todo mundo.

Autor: Dárcio Santana e Darah Gennevieve

MEU QUERIDO ALGODÃO

    Patrícia não tira seu xodó dos braços.
  Seu xodó é o gatinho Algodão. Ele é tão branquinho que parece mesmo algodão.
  Sempre que Patrícia chega da escola, Algodão corre pra encontrar ela no portão e não sai dos seus pisos o dia todo.
    Sua mãe vive reclamando:
    - Tira essa gato do colo Patrícia!
   - Deixa ele aqui mamãe! O Algodão é melhor amigo! - mas ela acabava sempre obedecendo a mãe.
   Um dia Patrícia chegou da escola e Algodão não foi encontrá-la. Ela já ficou preocupada e entrou correndo para caçar seu gatinho. Caçou em todo lugar e nada.
  Quando já estava desesperada ouviu um miado que parecia bem longe.
   Adivinha onde Algodão estava! Dentro do armário!
  Enquanto Dona Maria abriu o armário o gatinho danado entrou e ela fechou a porta sem ver que o levado tinha entrado.
   Patrícia socorreu seu xodozinho e ele passou o dia todo ao seu lado com medo de ficar preso novamente. 
   Algodão nunca mais quis saber de entrar no armário!   

Dárcio Santana.

O POUCO PRA VOCÊ É MUITO PRA ALGUÉM

   Heloísa era uma menina que só pensava em si mesma. Nunca pensava e nem fazia nada em prol do outro. Achava que o mundo girava ao seu redor e tudo que fazia era criticar quem ajudava o próximo.
   Certo dia ela foi convidada por sua amiga Ana para conhecer uma casa de apoio às crianças de rua. Essas crianças viviam excluídas de  muitas coisas, principalmente de amor verdadeiro. 
  Heloísa só foi mesmo para acompanhar Ana. Mas quando chegou lá, que viu aquele monte de criança tão desprotegidas e sem o mínimo necessário ela ficou muito emocionada e começou a perceber que existem pessoas que precisam de algo que pra ela é muito pouco, mas pra quem vive excluído às margens da sociedade, é muito. 
  Essas crianças precisam de amor, carinho e de uma vida digna.
  A partir deste dia, Heloísa começou a pensar diferente e sempre ajudava Ana em suas ações sociais.

Dárcio Santana

UMA NOITE DIFERENTE

      Pedrinho e sua irmã Laura adoram dormir na casa da vovó Lurdes. 
      É sempre uma grande diversão na hora de ir pra cama. Eles riem o tempo todo sem saber de quê. Dona Lurdes do seu quarto avisa:
      - Crianças, é hora de dormir!
     - Nós estamos sem sono vovó! - diz Laura sempre com bom humor.
    Logo que Dona Lurdes pegou no sono as crianças ouviram um barulho estranho. Era como se tivesse alguém pulando a janela e entrando na sala. Pluft! As crianças ficaram quietinhas e com medo. Ainda chamaram a avó, mas ela já havia dormido.
     Depois de algum tempo assustados e sem saber o que estava acontecendo eles resolveram ir até a sala. Saíram devagarzinho e na ponta dos pés. E de repente:
    - Miaaaau!! - miou bem alto o Fumaça. O gatinho da vovó Lurdes e saiu correndo pela janela que havia entrado.
    Pedrinho e Laura voltaram correndo para o quarto depois do grande susto que levaram. Se embrulharam mais que depressa e foram dormir.


Autor: Dárcio Santana

MEU QUERIDO PÉ DE MANGA

     
    Toda criança adora uma boa diversão. 
Mas é claro! Brincar sozinho não é uma boa ideia. Mas esse não é o problema dos netos da Dona Joana. A casa dela parece mais um parque de diversão. E o brinquedo preferido da criançada é o grande e sombroso pé de manga que fica no fundo do quintal.
 Felipe e Marcinha estão sempre comandando as brincadeiras embaixo da mangueira. Eles chamam os primos e todas as crianças da vizinhança. Para eles é sem dúvida o melhor lugar do mundo. Só percebem que é hora de parar quando ouvem o grito, que parece programado da Dona Joana:
   - Crianças, é hora do banho!
   - Já vamos vovó! Responde Marcinha.
Assim, vão todos pra casa na certeza que no dia seguinte tudo se repetirá.

Autor: Dárcio Santana.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

PRODUÇÃO COLETIVA EM SALA

UM EXEMPLO DE AMIZADE

Era uma vez um garoto chamado Paulinho. Ele era um garoto especial, pois andava em uma linda cadeira de rodas. 
Na sala que ele estudava todos adoravam Paulinho e sempre o ajudavam a ir ao banheiro, a tomar água, a subir as rampas e a fazer muitas outras coisas, principalmente na hora das brincadeiras. Paulinho se sentia igual a todos.
Um dia a escola promoveu um concurso para escolher a melhor produção de história. Todos os alunos da turma incentivaram Paulinho a contar sua história de vida e de superação. Ele contou então, detalhes de sua vida em uma linda história e foi o grande vencedor do concurso e todos festejaram sua vitória.

Autor: Turma da 2ª Fase "B" I ciclo Com auxílio do Professor Dárcio Santana

domingo, 30 de agosto de 2015

POESIA INFANTIL: NÃO POSSO MENTIR MAS POSSO INVENTAR

Não posso mentir mas posso inventar

Em casa meus pais me dizem 
Que não posso mentir
Na escola o professor afirma
Que devemos inventar
Agora não sei o que fazer
E em quem acreditar
Mas o professor afirma, que podemos sim
na hora de criar e deixar a imaginação fluir
E também garante
Que realmente não podemos mentir!

Autor: Dárcio Santana

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

PRODUÇÃO DE UMA ALUNA DE 8 ANOS

       Lucas e o Rex

        Era uma vez... um menino chamado Lucas. Ele estava passeando e viu um cachorro. Era um cachorro muito bonito, mas ele ficou com medo. E de repente o cachorro começou a falar:
       - Não tenha medo. Eu sou um cachorro legal. Não vou lhe machucar. Eu só quero ser seu amigo, pois não tenho nenhum!
       Lucas ficou muito assustado, mas acabou levando o cachorro para sua casa. No caminho ele perguntou:
       - Qual o seu nome?
       - Meu nome é Rex. - Disse o cachorro.
       Quando chegou em casa Lucas perguntou sua mãe:
       - Mãe, posso ficar com ele?
       - Claro meu filho. Ele é lindo!
       Os dois viraram grandes amigos e foram felizes para sempre.


Autora: Ludimila Freitas (Aluna da 2ª fase)


Obs: A história é unicamente da aluna. Apenas corrigi junto com ela os erros ortográficos e de pontuação.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

UM DIA DE APRENDIZADO


      Juca adora ir à feira aos domingos com sua mãe. Para ele é sempre uma diversão.
     Na feira Juca brinca no tobogã, compra brinquedos, faz um lanche bem gostoso e ainda ajuda sua mãe com as compras.
       Na volta para casa Dona Júlia, sua mãe, está sempre atenta ao trânsito e alerta Juca:
      - Meu filho, cuidado ao atravessar a rua. Olhe para os lados e se tiver faixa espere o sinal fechar para os carros e abrir para os pedestres. 
       - Certo, mamãe!
    Juca é um menino muito esperto e aprende tudo rapidinho. Assim, eles vão felizes para casa com as mãos cheias de compras.

Autor: Dárcio Santana

domingo, 2 de agosto de 2015

TARDE NO CAMPO - EMPREGO DO M ANTES DE P E B

TARDE NO CAMPO - EMPREGO DO M ANTES DE P E B

Tarde no Campo

       Dimba é uma garoto que não perde um fim de tarde no campo. O seu tempo de folga é dedicado sempre à bola.
     Certo dia, o seu jogo de bola virou a maior confusão. Quando ele chegou ao campo não viu seus amigos, mas sim, um enorme elefante e ainda com uma pomba em sua tromba. Com sua presença ele se assustou e saiu correndo e levou o maior tombo. Sua queda parecia mais uma bomba estourando. 
      No momento da queda Dimba também se assustou e na hora acordou. Era apenas uma sonho. Ele levantou atordoado mas depois ficou tranquilo. Pegou sua bola e foi para o campo. Quando chegou lá tudo estava como sempre.


Autor: Dárcio Santana

terça-feira, 28 de julho de 2015

A CARROÇA E O CARRO

A Carroça e o Carro

Certa vez a Carroça desafiou o Carro a uma corrida. E é claro! 
O carro não pensou duas vezes e disse:
- Que boba! Como tens coragem de me desafiar, não sabe que 
tenho um motor de trezentos cavalos, enquanto você depende de um 
buuurro para lhe carregar?
A Carroça, humildemente, não desanimou.
- Mesmo assim, não desacredito em mim. – Insistiu a Carroça.
Logo na largada o Carro foi de zero a cem por hora em menos de dez 
segundos. Deixou a pobre Carroça comendo poeira.
Que pena que a rapidez do Carro não deu em nada. Na 
primeira curva, o mesmo capotou e os seus trezentos cavalos já não 
saiam do lugar. Enquanto a Carroça, com toda sua paciência, 
humildade e apenas um burrinho, passou tranquila pelo Carro e 
venceu a corrida.

MORAL: A humildade é a característica fundamental para se 
alcançar o sucesso.

Autor: Dárcio de Santana (colaboração dos alunos da 2ª fase B).

quarta-feira, 8 de julho de 2015

LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA


     Nada se comparava com a sombra e as brincadeiras daquele umbuzeiro em que passei grande parte da minha infância. Se ele soubesse falar, falaria coisas que muitos não podiam e nem queriam ouvir. Mas a vida passa rápido, tão rápido que quando percebemos, ontem já ficou longe. Mas de uma coisa eu posso garantir: eu soube aproveitar cada minuto, cada segundo, cada brincadeira.
          O umbuzeiro era no fundo do quintal da casa da minha avó. Imagine todos os primos reunidos, amigos, vizinhos – que não eram muitos – pois morávamos na zona rural de uma cidade pequena. Mas o que não era pequena, posso garantir, era a nossa euforia e a nossa alegria. Os fins de tarde pareciam mais fins de festa. Tudo era diversão. Era tão magnífico que a gente não via o tempo passar. Só percebíamos que era hora de parar quando escurecia ou quando ouvíamos o grito da nossa avó, que parecia estar programado para gritar sempre no mesmo horário. 
       Como seria bom se pudéssemos reviver tudo novamente ou se o tempo não nos deixasse tão insensíveis e sem tempo nem ao menos de sentarmos com os nosso primos e vizinhos para relembrar tudo isso. A correria é tão grande e os caminhos são tão diferentes e opostos que muitos dos que viveram esses momentos inesquecíveis, nem sabemos onde estão e os que sabemos raramente vemos. Então, como não podemos voltar ao passado e nem fazermos com que as coisas e nem os tempos sejam os mesmos, ficamos com as lembranças felizes guardadas de um tempo que jamais será esquecido e revivido. 

Autor: Dárcio de Santana